Rísia Uzai

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Orgulho e Preconceito (Jane Austen)


E, de todas as pessoas, os apaixonados são as mais desagradáveis.


Poucas são as pessoas que eu realmente amo, e menos ainda as que eu tenho em boa conta. Quanto mais conheço o mundo, menos ele me satisfaz; e a cada dia aumenta minha crença na incoerência do caráter humano e na pouca confiança que se pode depositar nas aparências do mérito ou do bom senso.

Mas essa expressão “amar apaixonadamente” é tão gasta, tão duvidosa, tão indefinida… Ela não me faz nenhuma imagem clara. Muitas vezes é aplicada a sentimentos que surgem depois de meia hora apenas de contato, como igualmente a afeições reais e fortes.

Somos todos uns tolos quando nos apaixonamos.

As pessoas em si são tão diferentes que sempre existe algo novo a ser observado.

Mas não parecia justo denunciar os erros passados de uma pessoa sem saber quais eram os seus sentimentos naquele momento.

São poucos os que têm o coração bastante firme para amar sem receber alguma coisa em troca.

Pense apenas no passado quando sua lembrança lhe der prazer.


Eu teria perdoado a sua vaidade se ele não tivesse ferido a minha

Lizzie: Eu me pergunto quem descobriu o poder da poesia para espantar o amor.
Darcy: Achei que fosse o alimento do amor
Lizzie: Do amor belo e vigoroso. Mas se é apenas uma vaga inclinação, um pobre soneto o liquidará.
Darcy: Então o que recomenda para despertar a afeição?
Lizzie: Dançar. Mesmo que o par seja apenas tolerável.



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